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quarta-feira, agosto 11, 2010

O SEMCIÊNCIA mudou de casa


Desde 2006 aqui no Blogger, o SEMCIÊNCIA muda agora para o Condomínio HAAAN organizado por Kentaro Mori, na plataforma WORDPRESS. 

Os melhores posts do SEMCIÊNCIA serão paulatinamente republicados no novo endereço.

Para ir para o novo SEMCIÊNCIA, clique aqui.

Para conhecer o condomínio HAAAN, clique aqui.

Projeto HAAAN

HAAAN é um projeto educacional sem fins lucrativos promovendo iniciativas livres da crença no sobrenatural.

HAAAN hospeda os sítios A CorujaBiomagisterO Bruxo de SantosObras PsicografadasEntro Non EntroAvanços da MedicinaBule VoadorCalendário da Era DarwinCiensinando,The Brights’ NetForgetoMoriMarcianitos VerdesMagonia eCeticismoAberto. Somados todos eles, são mais de um milhão de páginas eletrônicas servidas mensalmente a centenas de milhares de visitantes, de forma completamente gratuita e aberta. E isso não é tudo: queremos crescer e abrigar mais sítios para servir a um número ainda maior de pessoas.

Se você já possui um sítio ou blog na internet relacionado ao pensamento crítico ou ciência, ou mesmo se pretende criar um, entre em contato por email com sua proposta. Poderemos oferecer hospedagem gratuita e mesmo um registro de domínio — seu próprio endereço na rede — bem como todo auxílio ao nosso alcance. Caso deseje colaborar com iniciativas nascentes ou já existentes, como tradutor, revisor, webmaster ou webdesigner,fale conosco.

O projeto HAAAN também concede o prêmio “Candela” a personalidades que se destacam em seu trabalho para “ajudar a iluminar o mundo“.

segunda-feira, julho 26, 2010

quinta-feira, julho 22, 2010

Kepler detecta 140 planetas similares à Terra?

Telescópio acha 140 planetas que podem ter vida
22 de julho de 2010 13h48 atualizado às 14h15

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Kepler descobre planetas quando eles passam em frente a sua estrela Foto: Nasa/Divulgação

Kepler descobre planetas quando eles passam em frente a sua estrela, assim como registra Vênus ou Mercúrio ao passarem em frente ao Sol
Foto: Nasa/Divulgação

Cientistas anunciaram a descoberta de 140 novos planetas parecidos com a Terra encontrados nas últimas semanas. Com os novos dados, os cientistas acreditam que existam cerca de 100 milhões de planetas parecidos com o nosso e que possam abrigar vida apenas na Via Láctea. As informações são do Daily Mail.

Os achados foram feitos pelo telescópio espacial Kepler, que procura novos planetas desde que foi lançado, em janeiro de 2009. Segundo o astrônomo Dimitar Sasselov, os planetas têm tamanho parecido com o da Terra. O cientista descreveu a descoberta como a "realização do sonho de Copérnico", em referência ao pai da astronomia moderna.

Novos planetas fora do sistema solar são descobertos quando eles passam em frente a sua estrela. O telescópio não capta uma imagem direta, mas registra a minúscula diminuição do brilho do astro quando o planeta passa em frente. Essa passagem causa "piscadas" na luz. Pelo cálculo da diminuição de brilho, do tempo entre as "piscadas" e da massa da estrela, os astrônomos conseguem descobrir o tamanho do planeta.

O Kepler continuará pesquisando o céu dia e noite, sem interrupção, pelos próximos quatro anos, segundo o cientista. Sasselov afirma que nos últimos 15 anos cerca de 500 exoplanetas foram descobertos, mas nenhum foi considerado parecido com a Terra, ou seja, com a possibilidade de abrigar vida.

"Vida é um sistema químico que realmente necessita de um planeta pequeno, água e pedras e uma grande quantidade de complexos químicos para surgir e sobreviver. (...) Tem um monte de trabalho para fazermos com isso, mas os resultados estatísticos são claros e planetas como a nossa Terra estão lá fora. (...) Nossa própria Via Láctea é rica nesse tipo de planetas", disse o astrônomo durante a apresentação dos resultados do Kepler na conferência TEDGlobal, em Oxford, no Reino Unido.

Redação Terra

Serra prega aos evangélicos

Dilma virou pentecostal católica?

Bispo de Guarulhos recomenda a católicos que não votem em Dilma

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FÁBIO ZAMBELI
DE BRASÍLIA


Alheio à recomendação da Igreja Católica de manter neutralidade na campanha eleitoral, o bispo de Guarulhos, d. Luiz Gonzaga Bergonzini, prega boicote à candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República por considerar o PT favorável à descriminalização do aborto.

Em artigo intitulado "Dai a César o que é de César e a Deus o que é Deus", publicado no site oficial da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), d. Bergonzini evoca deliberações dos congressos nacionais petistas de 2007 e 2010 e o 3º Plano Nacional dos Direitos Humanos para classificar o partido como "contrário aos valores da família".

"Recomendamos a todos verdadeiros católicos a que não deem seu voto à senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais liberações, independentemente do partido a quem pertençam", diz o bispo no texto, datado de 1º de julho.

Embora admita no artigo que a Igreja Católica "não se posiciona nem faz campanha", d. Bergonzini, 78 anos, diz que sua posição é lastreada na missão de "zelar para o que o que é Deus não seja manipulado e usurpado por César".

"Quando acontece essa usurpação ou manipulação é dever da Igreja intervir convidando a não votar em partido ou candidato que torne perigosa a liberdade religiosa e de consciência ou desrespeito á vida humana e aos valores da família", afirma o religioso no documento.

Na carta, o bispo cita a punição imposta pelo PT aos deputados federais Luiz Bassuma (BA) e Henrique Afonso (AC), que condenaram publicamente o apoio petista à legalização do aborto e migraram para o PV.

Segundo maior colégio eleitoral paulista, com 788.832 votantes, Guarulhos é hoje o principal reduto petista no Estado --a cidade é governada pelo partido desde 2001.

Dilma, que se diz recém-convertida à Renovação Carismática Católica, modificou seu discurso sobre o aborto nos últimos três anos. Em outubro de 2007, durante sabatina promovida pela Folha, ela se mostrou favorável à descriminalização.

"Acho que tem de haver a descrminalização do aborto. No Brasil, é um absurdo que não haja, até porque nós sabemos em que condições as mulheres recorrem ao aborto", disse à ocasião.

Em suas últimas manifestações públicas sobre o tema, a petista mudou de postura. "Eu sou a favor de manter a legislação", afirmou no Programa "Roda Viva", da TV Cultura, veiculado no último 28 de junho.

Twitter, SETI, ETs e Astrobiologia


Cientistas propõem abordagem 'Twitter' para contato com ETs

Farol contínuo seria muito caro para uma civilização avançada manter, especulam cientistas

21 de julho de 2010 | 14h 18
estadao.com.br

A busca por inteligência extraterrestre (SETI) baseada em radiotelescópios depende, para obter sucesso, de haver pelo menos uma raça alienígena transmitindo um sinal contínuo de alta potência para o espaço - o equivalente de um farol cósmico - que pudesse ser detectado na Terra. A manutenção de um farol do tipo consumiria muita energia, no entanto, e vários cientistas questionam se uma civilização qualquer estaria disposta a arcar com esse tipo de custo.

blog O tempo está acabando para a SETI?

Agora, em dois artigos publicados na revista Astrobiology, os irmãos gêmeos Gregory e James Benford - astrofísico e físico - analisam os custos do ponto de vista da espécie emissora e concluem que o meio mais eficiente de sinalizar a própria presença não seria a emissão de um farol contínuo, mas de pulsos intermitentes. "Essa abordagem é mais como o Twitter e menos como Guerra e Paz", resume James, em nota.

"Qualquer que seja a forma de vida, a evolução favorece economia de recursos", acrescenta Gregory. "Transmitir é caro, e transmitir sinais por anos-luz iria requerer recursos consideráveis".

Supondo que a civilização alienígena busque otimizar os gastos, limitar desperdício e aumentar a eficiência da tecnologia, os Benfords propõem que, em vez de um sinal contínuo transmitido em todas as direções, os ETs usariam um sinal pulsado, direcionado e de banda larga na faixa de 1 a 10 Ghz.

Se os Benfords estiverem certos, o programa SETI atual, com seu foco na busca por sinais de banda estreita, pode estar procurando no lugar errado.

Os irmãos também propõem que as antenas sejam apontadas na direção do núcleo da galáxia, onde aglomeram-se 90% das estrelas da Via Láctea.

"As estrelas ali são um bilhão de anos mais velhas que o Sol, o que sugere uma maior possibilidade de contato com uma civilização avançada", disse Gregory.